Open Innovation Week

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Final do Desafio Brasil contou com grande participação da comunidade brasileira de inovação

A etapa final da oitava edição do Desafio Brasil, promovida pela FGV (Fundação Getulio Vargas) com apoio e colaboração técnica da Allagi Open Innovation Services, aconteceu no dia 26 de novembro, durante a realização da Open Innovation Week no WTC, em São Paulo.

Empreendedores, investidores, gestores e especialistas da indústria de investimentos em participações reuniram-se para comemorar a conclusão deste importante e inovador evento de cultura empreendedora do País.

Nas etapas regionais do Desafio Brasil foram selecionadas 144 startups dentre os mais de 1.000 inscritos no programa. Destas, 30 foram classificadas para a semifinal e oito para a final.

“Posso afiançar que, estes 30 projetos têm uma probabilidade superior a 75% de se tornarem empresas preparadas para receber investimentos de venture capital nos próximos dois a três anos. Isso, se continuarem a perseverar no aprimoramento dos modelos de negócio”, resumiu Cláudio Furtado, diretor executivo do GVcepe.

Os três melhores projetos premiados foram:

- 1º lugar – PluriCell Biotechnologies: startup de biotecnologia para o desenvolvimento de uma plataforma inovadora de testes para produtos fármacos e biotecnológicos baseada em células humanas, derivadas de células-tronco, em substituição às células animais. A empresa aposta em resultados mais assertivos e eficientes, reduzindo custos e tempo de execução, por conta do menor número de etapas no processo.

- 2º lugar – RFIdeas Serviços em Tecnologia da Informação: desenvolvedora de tecnologias e soluções para o rastreamento e gestão de ativos de TI em tempo real, com identificação por rádio frequência. A solução automatiza processos e gera ganhos expressivos de até 90% em eficiência no trabalho manual e ainda contribui para a segurança da informação e a governança corporativa.

- 3º lugar – STA: plataforma tecnológica de otimização de processos industriais alimentados por carvão vegetal. A empresa desenvolveu uma tecnologia de resfriamento forçado dos fornos, capaz de reduzir em até 60% o tempo de resfriamento, reduzindo custos de operação e aumentando a produtividade em quase 80%.

Francisco Jardim, da SP Ventures e gestor do Fundo de Inovação Paulista, anunciou os planos de investir em empresas nascentes das áreas de tecnologia da informação (TI), nanotecnologia, fotônica e ciências da vida.

O evento também promoveu o Encontro de Cocriação de Startups. Participaram 30 times, formados a partir de um processo virtual proposto pela plataforma desafiobr.com.br. Nele, se inscreveram mais de 5.000 empreendedores, avaliados e assessorados ao longo do ano por 611 especialistas-voluntários.

Dentre as ideias de cocriação, foram destaque na premiação as agora startups CanGame (Software Multidisciplinar para o Tratamento de Crianças Autistas); Safg (Sistema de Arrefecimento e Filtragem de Gases) e EduApps (Plataforma de desenvolvimento de aplicativos educacionais).

Bruno Rondani, coordenador nacional do Desafio Brasil 2013, lembra que a plataforma Desafiobr também possibilitou que empresas lançassem projetos a serem avaliados pela comunidade empreendedora. Neste processo, participaram SENAI, Universidade Metodista, Universidade Estácio de Sá, Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP) e a Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo.

“Esse é mais um instrumento que evidencia o caráter inovador do programa. É um diferencial às startups, que procuram espaço no mercado empreendedor”, completa Rondani.

O Desafio Brasil 2013 foi realizado pelo GVcepe e Wenovate – Open Innovation Center, em parceria com o Senai.

* texto editado e baseado em informações cedidas pela Assessoria de imprensa da FGV-EAESP (GWA)

Fonte: Boletim Wenovate

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