Open Innovation Week

Programação

OIS 2013 - 6º Open Innovation Seminar | 25/11

Apresentação de tendências e conhecimentos que inspiram novos olhares sobre os desafios.

08:00

Credenciamento

08:30

Abertura
Condutor: Bruno Rondani, diretor Wenovate

09:00

Painel: Inovação Aberta e o conceito de Redes Distribuídas

Painelistas:
- Claudio V. Furtado, Diretor Executivo do Gvcepe - FGV-EAESP
- Jefferson de Oliveira Gomes, Departamento Nacional do Senai para Tecnologia e Inovação
- Jorge Ávila, Presidente do INPI - Instituto Nacional de Propriedade Industrial
Condutor: André Saito, diretor Allagi Open Innovation Services

O termo open innovation, cunhado há exatos 10 anos, causou grande frisson entre executivos, principalmente os de grandes corporações com elevados investimentos em P&D. Nesse período, no intuito de estimular a colaboração externa, praticantes de inovação aberta criaram e experimentaram diferentes modalidades gerenciais. O movimento de abertura do processo de inovação se estendeu, cruzando de P&D a modelos de negócios, de grandes empresas a startups, de produtos a serviços, de empresas a governo. Numa cultura cada vez mais aberta e horizontal, a prática da open innovation exige do gestor o entendimento sobre o comportamento de redes distribuídas. O painel irá reunir especialistas em inovação aberta, redes distribuídas e representantes de comunidades de cientistas, startups, indústria e investidores para debater o tema.

10:30

Palestra: Desafios desconhecidos: além da pesquisa de mercado

Palestrante: Salvatore Iaconesi, Faculty of Architecture of the “La Sapienza” University of Rome, ISIA Design Florence, the Rome University of Fine Arts and the IED Design institute, Italy.

Desafios de inovação promovidos por empresas têm se tornado cada vez mais comuns. As empresas lançam desafios específicos como forma de estimular funcionários e comunidades externas a proporem ideias e soluções. Muitas vezes, apesar de receberem centenas ou milhares de ideias, muito poucas são, de fato, implementadas ou produzem impacto significativo. Incapazes de interpretar o conjunto criado pelas ideias, os gestores em geral desqualificam a grande maioria delas e trabalham algumas poucas que lhes parecem fazer mais sentido. Por outro lado, as técnicas tradicionais de pesquisa de mercado que tentam captar o interesse do mercado para orientar os esforços de inovação também têm produzido efeitos limitados. Os questionários, entrevistas ou grupos focais que compõem a maior parte dos esforços de pesquisa de mercado são, quando usados isoladamente, ineficazes para identificar os requisitos do produto, especialmente quando os clientes não estão realmente cientes de suas próprias necessidades, as chamadas necessidades ocultas. Nesse contexto, Salvatore Iaconese apresentará como metodologias de antropologia e etnografia podem auxiliar a compreensão dos desafios desconhecidos numa era de informação ubíqua e, desta forma, identificar questões, redes humanas, culturas geográficas, rituais e hábitos emergentes, capazes de expor desafios inesperados e impactantes para orientar as oportunidades de inovação.

11:00

Café e bate-papo

11:30

Palestra: Frugal Innovation e o Papel da Multinacional no Ecossitema de Inovação

Palestrante: Henry Lopez-Vega, ESADE, Linkoping University, Sweden

Nos últimos anos, os países emergentes atraíram centros de inovação de multinacionais estrangeiras. Da mesma forma, empresas de países emergentes expandem sua presença global e investem em atividades de inovação local para o mundo. O papel desses centros tem um grande impacto no ecossistema do País. Novos conceitos como inovação frugal e inovação reversa serão abordados por Henry Lopez-Vega para explicar o novo papel dos centros de inovação das multinacionais presentes em países emergentes dentro do contexto da inovação aberta e das redes globais de inovação.

12:00

Palestra: Criação de Novos Negócios e Estratégias Empreendedoras

Palestrante: Thomas Blekman, Rotterdam School of Management, Erasmus University, Holland.

Costuma-se dizer que startups são empresas grandes que estão pequenas enquanto testam modelos de negócios que permitam realizar seu potencial. A realização desse potencial depende da capacidade empreendedora daqueles que estão à frente destas empresas. Enquanto nas startups o empreendedor tem grande autonomia e flexibilidade para explorar alternativas, a criação de novos negócios em corporações estabelecidas tem uma dinâmica distinta. Thomas Blekman foca em sua palestra o que executivos de grandes empresas podem aprender de empreendedores, na identificação de novas formas de crescimento e no desenvolvimento de novos modelos de negócio.

12:30

Palestra: Cultura de Investimento e Crowdfunding: alinhando cidadãos e governo em torno de um movimento pela inovação

Palestrante: Alexandre Cruz, Jive Investimentos

Nos últimos anos o governo vem induzindo instituições e organizações a investirem mais em inovação. Ao mesmo tempo, sabemos que o movimento pela inovação depende da atitude de pessoas e a decisão individual em tomar parte do risco para si e investir em ideias inovadoras. Alexandre Cruz, irá tratar, a partir de sua própria trajetória profissional, de como empreendedores e executivos bem sucedidos podem se tornam investidores de inovação realimentando um sistema que alinha cidadãos e governo em torno de ambiente mais favorável a inovação. Serão discutidos as modalidades de investimento anjo, crowdfunding, participação em empresas de participações e em fundos de investimento.

13:00

Brunchstorming

Track 1 | Desafios Estratégicos em Gestão da Inovação
Condutor: Eduardo Vasconcellos, Prof Titular da FEA USP na área de Gestão da Inovação e membro do Conselho Curador da FIA

 

Track 2 | Novas abordagens para a inovação
Condutor: Fábio Botelho Josgrilberg, pró-reitor da Universidade Metodista de São Paulo

 

Track 3 | Desafios Globais: Oportunidades para Inovação
Condutor: Anderson Rossi, consultor da Allagi Open Innovation Services

14:00

Painel: Desenvolvimento, Acesso e Incorporação de Novas Tecnologias

Painelistas:
Jorge Ávila, Presidente do INPI - Instituto Nacional de Propriedade Industrial
Claudiano Salles, Embraer

A inovação muitas vezes se viabiliza pelo uso de tecnologia. Essa tecnologia pode ser desenvolvida internamente, com parceiros, ou adquirida de diferentes formas e em diferentes graus de maturidade. A forma como ela é acessada impacta a capacidade de inovação da empresa e a apropriação de valor. Neste painel, especialistas e executivos irão debater como as práticas de inovação aberta têm contribuído com o desafio de criar capacidade de desenvolvimento, identificação e absorção de tecnologias necessárias para a inovação.

Painel: Arte e inovação: a fusão entre a expressão criativa e a tecnologia

Painelistas:
Salvatore Iaconesi, Faculty of Architecture of the “La Sapienza” University of Rome
Oriana Persico

Nada é criado sem antes ser imaginado. A arte vai além do observável e, portanto, pode ser fonte de inspiração para a inovação. A arte também tem sido usada como campo de experimentação e criado uma interessante abordagem para a inovação promovendo a fusão das fronteiras com a arte e a ciência. Neste painel reunimos especialistas para compartilhar suas visões e experiências desta abordagem praticada em diversos centros no mundo.

Painel: Sociedade da Informação, Cidadania e Governo Aberto

Painelistas:
Rodrigo Bandeira de Luna, Diretor do Instituto Cidade Democrática
Simone Cota, Escritório de Prioridades Estratégicas

Ao mesmo tempo que cada vez mais empresas privadas reconhecem a importância de engajar a comunidade de empregados e comunidades externas em seu processo de inovação, gestores públicos também adotam cada vez mais práticas de inovação aberta. O primeiro passo foi informar o cidadão, viável pelo avanço das tecnologia de informação estimulado por leis de transparencia muitas iniciativas já produzem impacto positivo. O segundo passo, ouvir o cidadão, tem funcionado bem em alguns poucos órgãos como a Anatel que tem mecanismos para rapidamente intervir junto as operadoras de telecom quando acionadas. O terceiro e mais fundamental passo, engajar o cidadão no desenvolvimento de ideias e projetos de inovação, é o tópico central deste painel. Algumas experiências no Brasil e no mundo tem demostrado o potencial desse tipo de iniciativa para a inovação nos serviços públicos e para o estabelecimento de mais e criativas parcerias público-privada.

15:00

Painel: Criação de Cultura de Inovação e Identificar, Incentivar e Engajar Pessoas

Painelistas:
Luiz Guedes, FIA e USP
Luiz Eduardo Serafim, Gerente de Marketing Corporativo, 3M

Ao mesmo tempo em que empresas buscam mais inovação, elas também tolhem a capacidade criativa e empreendedora de seus colaboradores. A inovação surge em ambientes onde as pessoas podem explorar sua criatividade, bem como experimentar e validar suas inovações, de forma interativa e colaborativa, com outros pares, dentro e fora da organização. O painel irá focar o debate entre executivos de empresas que investiram na criação desses ambientes como forma de estimular um novo padrão de interação entre seus colaboradores, voltado à inovação.

Painel: Inovação orientada ao design: criando novos mercados

Painelista:
Matteo Ingaramo, Diretor Geral do Consórcio POLI.Design
Massimo Canevacci, IEA-USP

A inovação, segundo os princípios do design-driven innovation, impulsiona negócios que, em vez de inovar a partir de demandas do mercado, criam mercados novos, de modo que seus produtos e serviços gerem motivações novas para o consumo. Esta abordagem busca responder questões como: “Como criar inovações que os clientes não esperam, mas que, eventualmente, adoram?” e “Como criar produtos e serviços tão distintos daqueles que dominam o mercado, de modo que as pessoas se apaixonem?”. É uma estratégia e processo que busca aproveitar a rede em que as empresas estão imersas, olhando "intérpretes" como cientistas, clientes, fornecedores, intermediários, designers, artistas - que ajudam a compreender profundamente e moldar os mercados em que trabalham. O painel irá reunir especialistas em Design-Driven Innovation de entidades que criam programas de estímulo à inovação no País a partir dessas abordagens.

Painel: Saúde, bem estar e assistência médica: a busca de novos caminhos a partir da colaboração

Painelistas:
Luiz Vicente Rizzo, Director for Research and Development no Albert Einstein
Edgard Rizzatti, Grupo Fleury

A expansão da necessidade de atendimento e o contínuo desenvolvimento tecnológico levaram o setor de saúde a uma espiral de custos crescentes sem ganhos relevantes no bem-estar. Existe hoje um grande esforço, não apenas de governos e sociedade, mas também de diversos setores da indústria da saúde, para encontrar novos modelos e mecanismos sustentáveis de manutenção da saúde e bem-estar. A solução para grande parte dos desafios na área da saúde hoje pode ser alcançada por meio da colaboração ativa entre clínicos, comunidades de pesquisas, atores da hélice tripla, governo, indústria, academia, e outros profissionais que trabalham no setor do sistema de saúde. O painel irá reunir especialistas e praticantes envolvidos em casos que demonstram o potencial da colaboração no enfrentamento desses desafios.

16:00

Café e bate-papo

16:30

Painel: Engajamento em Parcerias, Alianças e Redes de Inovação

Painelistas:
Sarah Potts, Commercial and Partnerships Manager, BG Group
Josue Monterossi, Wahler do Brasil

A prática da inovação aberta deve ser de mão dupla. Muitas empresas se abrem para receber propostas de fora, mas não para colaborar com o ecossistema externo, ou não se abrem para a colaboração interna, criando departamentos isolados de inovação. Nestas condições, a prática de inovação aberta é incapaz de produzir resultados sustentáveis. Especialistas e gestores irão debater o real sentido da prática da inovação aberta e o que ela implica. O desafio proposto é de como obter o engajamento tanto de colaboradores internos, quanto de parceiros e comunidades externas, na prática da inovação aberta.

Painel: Educação e inovação

Painelistas:
Zacarias Gonçalvez Junior, Apple
Andy Green, Bloodhound
Lindália Sofia Reis, Estácio de Sá

As instituições e empresas de educação formal e corporativa se veem desafiadas a pensar criativamente e sustentável financeiramente a incorporação das recentes tecnologias de informação e comunicação (TIC) aos processos educativos. O governo avalia novas formas de flexibilização do aprendizado mediado por TIC, empresas fornecedoras de soluções de TI investem cada vez mais em verticais de educação, as instituições lidam com culturas de ensino estabelecidas, stratups multiplicam as possibilidades de entrega de conteúdo e relação entre docentes e estudantes. A solução para grande parte dos desafios na área da educação hoje pode ser alcançada por meio da colaboração ativa entre os diversos atores do processo educativo. O painel irá reunir especialistas e praticantes envolvidos em casos que demonstram o potencial da colaboração no enfrentamento desses desafios como nova abordagens.

Painel: Inovação Social: acessando riqueza na base da pirâmide

Painelistas:
Rogerio Hamam, Secretário de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo.
Letícia Piccolotto, Fibra Social

Anteriormente restritos ao campo das politicas públicas, terceiro setor, entidades religiosas ou programas de responsabilidade social de grandes empresas, projetos sociais não tinham a mesma relevância que têm hoje. Empreendimentos sociais inovadores, com modelos de negócios sustentáveis, deram força ao conceito de inovação social que é fortemente fundamentado na colaboração. O crescimento econômico observado nas últimas décadas em países que sofrem de graves problemas sociais, como é o caso de Brasil, Índia, Turquia e Peru, foi campo fértil para o desenvolvimento de inovações no campo social. A integração de projetos sociais com projetos economicamente relevantes para empresas mostra o potencial dessa nova abordagem para a inovação colaborativa. Empreendedores sociais, representantes de governo e empresas irão debater neste painel os aprendizados que tiveram com essa prática.

17:30

Painel de aprendizagem e
Fechamento

Painelistas:
Carlos Henrique Pereira, UNIFEI
Mauricio Benedetti, Mackenzie

Painel de aprendizagem e
Fechamento

Painel de aprendizagem e
Fechamento

18:00

Fechamento

Cursos Executivos (8h) - Reflexão em Inovação | 26/11

1. Near-future design: the perception of a “new possible” and a new role for Design

Salvatore Iaconesi
Faculty of Architecture of the “La Sapienza” University of Rome, ISIA Design Florence, the Rome University of Fine Arts and the IED Design institute, Italy.

Sobre o Instrutor

Salvatore Iaconesi is an interaction designer, robotics engineer, artist, hacker. TED Fellow 2012 and Eisenhower Fellow since 2013.

He currently teaches Interaction Design and cross-media practices at the Faculty of Architecture of the “La Sapienza” University of Rome, at ISIA Design Florence, at the Rome University of Fine Arts and at the IED Design institute.

He produced videogames, artificial intelligences, expert systems dedicated to business and scientific research, entertainment systems, mobile ecosystems, interactive architectures, cross-medial publications, augmented reality systems, and experiences and applications dedicated to providing products, services and practices to human beings all over the world, enabled by technologies, networks and new metaphors of interactions, across cultures and languages.

His artworks and performances have been featured worldwide at festivals and conferences.

Salvatore actively participates to global discussions and actions on the themes of freedoms, new forms of expression and on the future scenarios of our planet from the points of view of energy, environment, multi-cultural societies, gender mutation, sustainability and innovation on both society and business, collaborating with institutions, enterprises and international research groups.

https://www.facebook.com/salvatore.iaconesi
https://twitter.com/xdxd_vs_xdxd
http://artisopensource.net/

Oriana Persico
Oriana Persico holds a degree in Communication Sciences, is an expert in participatory policies and digital inclusion. She is an artist and writer.

Sobre o Instrutor

She has worked together with national governments and the European Union to the creation of best practices, standards and researches in the areas of digital rights, social and technological innovation, Digital Business Ecosystems (DBE), practices for participation and knowledge sharing.

Oriana writes critical, scientific, philosophical and poetical texts that connects to technological innovation, and on its cultural, sociological, economic and political impacts.

She is an expert on the formal analysis of cultural and social trends, with specific focus on social networks.

She creates breakthruogh communication campaigns, performances, research methodologies and strategies.

https://www.facebook.com/penelope.di.pixel
https://twitter.com/PenelopePixel
http://artisopensource.net/

 

Informações Gerais

Idioma
Este curso será ministrado em Inglês

Sinopse
• In the contemporary, interconnected era, innovation comes by establishing dialogues and conversations, and by making.
• The most important product any company and organization can sell today is their vision on the future. In this scenario the ability to open up to a global conversation which confronts this vision to ethical, environmental, societal and political issues is a fundamental asset, as is the capacity to capture the results of these dialogues, and to integrate them into the vision itself.
• This is the era of continuous disruption, in which game-changers - the organizations who are able to radically change the rules of business, governance, design and politics, and to re-frame problems and issues in new, unexpected ways - are the main actors and beneficiaries of innovation processes.
• What is Near-future design? How is it different from Strategic Design? What is a pre-totype and how does it compare to a prototype? How can we use the methodologies of Anthropology and Ethnography to observe and sense the transformation of societies? What are the Unknown Challenges, the ones which have been not yet identified bu operators and key players, but emerge from Anthropological observation and creativity? How can we use these insights to create near-future designs (pre-totypes) which are able to disrupt markets, establish a global conversation involving key players, all while communicating the organization's vision for the future and opening it up to a co-creative approach which will also benefit from the global discussion? What are Transmedia Narratives and how can we use them to make all of this happen?

Para quem?
• leaders, entrepreneurs, managers

Takeaways
• bring a new methodology in your organization or company
• learn about the toolkits and formalized methodological approach to Near-future

Programa

08:30

Credenciamento

09:00

- Case studies: a number of famous near-future designs, the transmedia narratives that have brought them to the knowledge of the global audience, the observations and strategies which have brought to their existence and their outcomes in terms of market disruption, business opportunities and communication
- The techniques of near future design and transmedia storytelling

13:00

Brunchstorming

14:00

- Let's make a pre-totype: the whole cycle of near-future design in a simplified scenario that will allow participants to experience the whole process and methodological approach

18:00

- Final conclusions, insights and takeaways

2. Corporate Effectuation: new ventures creation and the entrepreneurial strategy

Thomas Blekman
Rotterdam School of Management
Erasmus University, Holland.

Sobre o Instrutor

Thomas Blekman Thomas Blekman's (@effectuationNL) personal ambition is to make established companies more entrepreneurial. Orchestrating Kick-ass Pandas, as he calls it. Thomas is partner at De Beukelaar Groep, founder of Effectuation-Intelligence and clinical professor at the Rotterdam School of Management, Erasmus University.

Thomas advocates that the traditional MBA curriculum for running large companies does not work for teams searching for and co-creating new, repeatable, scalable and profitable business models. This requires dramatically different rules, roadmaps, skillsets and tools in order to minimize risk to an affordable level and optimize chances for success.

Thomas called his body of knowledge 'Corporate Effectuation'; a mixture of state of the art business-startup approaches and the expertise of expert entrepreneurs, offering you the entrepreneurial mindset and a discipline for organizing growth from within established companies.

De Beukelaar Groep - has never been a start-up: it was always there, as a group of talented individuals (cats?) permanently busy in creating unique programs for organizational behavior and executive development, and by doing so changing (their) clients’ lives (in business and personal contexts).

Effectuation-Intelligence - game changer and new kid on the high-end consulting block. Worldwide network of entrepreneurship experts and serial entrepreneurs focusing on unleashing the entrepreneurial potential from within established companies.

Rotterdam School of Management, Erasmus University - has a long tradition of entrepreneurship, key to its foundation.
Prominent Rotterdam entrepreneurs founded the university 100 years ago, when the city was already making an effort to improve education for entrepreneurs. The Erasmus School of Economics was the first faculty to engage in research on entrepreneurship thirty years ago, and the first to establish a chair in entrepreneurship. ECE is among the top expert centres worldwide regarding entrepreneurial education, research and stimulation.

Rotterdam School of Management
Erasmus University, Holland

Edwin de Beukelaar

Sobre o Instrutor

Edwin de Beukelaar (1956) studied business economics at the Institute for Business and Economics. He continued his studies at the Institute for Business Administration and Economics where he studied business administration. For his post-graduate studies he went to Tilburg University where he completed his study in business information. He went on to do a Masters degree in information management at Washington University in St. Louis, USA and studied at Harvard, USA and IMD/Lausanne.

After a number of management positions (Mars-EFFEM, BGC) he became director new business development at various organisations (Belgium, The Netherlands), where he was responsible for in-company consulting and executive development programmes. He was associate director at Ashridge Management College, Berkhamsted, England. His main responsibilities are in-company consulting and education, training across Europe, Asia and the Pacific. He founded a new world business school De Beukelaar Groep and is founding partner/director of Corsendonk College, a business school in Belgium located in the beautiful monastery Corsendonk. He is also founding partner of the International Centre, Living Languages (LL) in Holland and Buitengoed HagenHorst, the executive centre in Wassenaar. Besides this professional focus he entrepreneurs construction and flower activities and business ventures. His newest ventures are two new (blue ocean) beach-lands in Noordwijk: St(r)andplaats Nederzandt, Beach Break and Strand(t)huys Buitengewoon.

Edwin has taught, consulted and trained (with) an impressive number of (international) organizations and co-created unique talent- and executive development programmes in combination with a variety of partners/clients. The combination of his energetic style and effective focus with a flavor of fun is widely appreciated.

 

Informações Gerais

Idioma
Este curso será ministrado em Inglês

Introdução
Effectuation was originally developed in the field of entrepreneurship and can be defined as a set of teachable and learnable decision-making principles that together form an overall logic that expert entrepreneurs are observed to employ in situations of uncertainty for creating new ventures and new markets. More generally, effectuation is about the creative process that focuses on human action as the “predominant factor shaping the future” and can be extensively defined as a “general framework of decision making in highly uncertain situations”. In this course, Thomas Blekman , will provide managers, venture capitalists and entrepreneurs with an alternative toolbox for innovation in the face of an unpredictable future.

Sinopse
After half a century of practice, we know unequivocally that the traditional MBA curriculum for running large companies does not work for teams searching for and co-creating new, repeatable, scalable and profitable business models.

The search for a new business model requires dramatically different rules, roadmaps, skillsets and tools in order to:
• guide direction,
• minimize risk to an affordable level
• and optimize chances for success dramatically.

During this course you will be bombarded with ready to use tools, offered as a toolbox to orchestrate entrepreneurship within established companies, gain insights and experiences from companies operating in multiple industries.

It’s a practice driven and hands-on course; you will not only consume attractive content but also be challenged to apply and experience corporate effectuation yourself in collaboration with your fellow participants.

Para Quem
• Everyone who agrees that simply improving the execution of known business models isn’t everything and who wants to learn to apply the entrepreneurial expertise.

Requisitos
• be skeptical, expect this course to be mediocre, think corporate entrepreneurship is just a myth and be open for monumental surprises.

Takeaways
• 5 widely acclaimed decision making principles to cope with unpredictability and uncertainty.
• Stories of multiple companies that already benefited from corporate effectuation.
• Toolbox ready to be used in your own job and company.
• Collaboration ideas with fellow participant(s) ready to be pursued.
• The awakening of your entrepreneurial potential by your laughter.
• 5 widely acclaimed decision making principles to cope with unpredictability and uncertainty.
• Stories of multiple companies that already benefited from corporate effectuation.
• Toolbox ready to be used in your own job and company.
• Collaboration ideas with fellow participant(s) ready to be pursued.
• The awakening of your entrepreneurial potential by your laughter.

Programa

08:30

Credenciamento

09:00

1. What is Corporate Effectuation?
2. Growth Leadership: The best of both worlds.
3. Change leadership styles (directive, masterfull vs emergent
4. Establishing direction and autonomy

13:00

Brunchstorming

14:00

5. “Having to” vs “Wanting to”
6. Orchestrating for autonomy
7. Quilting: Listening, Pitching, Selling and the creation of pull vs push

18:00

Skilling: Get up, stand up!

3. Rede e Inovação nas Organizações

Augusto de Franco
Escritor, palestrante e consultor.
Criador e um dos netweavers da Escola-de-Redes - Brasil.

Sobre o Instrutor

Augusto de Franco é escritor, palestrante e consultor. É o criador e um dos netweavers da Escola-de-Redes - uma rede de pessoas dedicadas a investigação sobre redes sociais e a criação e transferência de tecnologias de netweaving. É autor de várias dezenas de livros e textos sobre desenvolvimento local, capital social, democracia e redes sociais.

Informações Gerais

Idioma
Este curso será ministrado em Português

Introdução
Nos novos mundos altamente conectados que estão emergindo as organizações estão condenadas a inovar. Para inovar é preciso mudar a maneira de fazer as coisas. Em princípio, as organizações até se dispõem a avaliar qualquer mudança que lhes for proposta. O problema é que fazem isso, em geral, defensivamente. Deixam claro que prefeririam mudar sem mudar. Algumas organizações, no entanto, já percebem que há uma relação entre inovação e rede como modus operandi. Sabem que suas organizações foram desenhadas para alcançar a excelência na reprodução das mesmas coisas (mesmos processos, mesmos produtos, mesmos serviços). Para tanto, seus modelos de gestão almejam direcionar e disciplinar a interação, não deixá-la fluir livremente. O padrão de organização mais comum nas organizações atualmente é o padrão piramidal, baseado na escassez de caminhos e desenhado para ensejar o comando e o controle. Por outro lado, sabe-se que esse padrão de interação inibe a inovação. Não se pode tomar uma empresa hierárquica e transformá-la em uma organização em rede de uma vez e, nem, em sua totalidade. No entanto, pode-se aumentar progressivamente o grau de distribuição e, consequentemente, de conectividade e interatividade da rede social formada pelas conexões entre seus colaboradores e demais stakeholders. O curso pretende identificar como agilizar esse incremento do grau de distribuição das organizações começando pela área mais sensível (e compreensível por parte de seus dirigentes): a inovação.

Sinopse
O curso foi estruturado a partir de 24 perguntas que orientarão o debate. O método proposto é baseado no diálogo e na interação entre os participantes que permite a reflexão e o compartilhamento de experiências e visão em torno do tema. O curso ocorre no âmbito da Semana da Inovação Aberta onde experimentos de inovação aberta (Redes de Inovação) estarão ocorrendo simultaneamente em ambientes adjacentes. O objetivo é aproveitar esse ambiente para estimular o debate e reflexões a partir também da observação desses experimentos.

Para quem?
Gestores de empresas, Gestores Públicos, Consultores de inovação, Empreendedores, Formuladores de Políticas Públicas e Promotores de Ambientes de Inovação

Requisitos
Estar disposto ao debate livre e aberto

Takeaways
Compreender o que são redes e organizações em rede, e como identificar e transitar de uma organização centralizada para uma mais distribuída

Programa

08:30

Credenciamento

09:00

• Por que é inútil estruturar um departamento de inovação na sua empresa
• Por que o crowdsourcing tradicional (chamada centralizada) é um desperdício de recursos
• Por que é impossível ter bons resultados com a inovação aberta (open innovation) enquanto sua empresa continuar fechada
• Por que sua empresa está condenada a inovar permanentemente
• Por que não adianta comprar um novo software de inovação
• Por que, provavelmente, você está medindo errado a inovação? Como medir a inovatividade da sua empresa
• Por que redes de inovação em empresas não costumam dar certo
• Por que as métricas de rede que são comumente adotadas pelas empresas não funcionam
• Como reduzir a vulnerabilidade da sua empresa ao risco sistêmico provocado pelo declínio simultâneo de produtividade e inovatividade, mesmo em situações de alto crescimento
• Por que é inútil monitorar as redes sociais
• Por que usar as mídias sociais (como Facebook, Twitter, LinkedIn, Google+ etc) para fazer marketing e RP é um desperdício de recursos
• Por que adotar uma plataforma de rede proprietária não resolve o problema
• Se você está tendo que fazer muita reunião (sobretudo de alinhamento), algo está errado. O que está errado?"

13:00

Brunchstorming

14:00

• Se você está tendo que fazer muita reunião (sobretudo de alinhamento), algo está errado. O que está errado?
• Como evitar que sua empresa contraia doenças auto-imunes? Como evitar que os anticorpos corporativos (TI, Jurídico, RH etc.) sejam acionados para destruir os ambientes favoráveis à inovação na sua empresa
• O que é necessário para fazer a transição de uma empresa hierárquica para uma empresa em rede
• Como encontrar exemplos concretos de organização em rede
• Por que as best practices não são muito relevantes quando se trata de implantar processos de rede em uma empresa
• "Onde isso já foi aplicado e deu certo?" Por que esta pergunta recorrente mais atrapalha do que ajuda
• Por que consultorias de inovação que pretendam implantar processos de rede em uma empresa não podem ser feitas apenas como prestação de serviços de consultores externos
• Sua empresa precisa de radiografia ou de endoscopia? Por que não adianta fazer apenas uma análise de redes sociais (SNA ou DNA) na sua empresa
• Por que sua empresa (querendo ou não e mais cedo do que mais tarde) será obrigada a implantar processos de rede no seu ecossistema
• Quais os processos de rede que sua empresa já pode implantar agora? Como reconfigurar o ambiente virtual da empresa
• Quais os processos de rede que sua empresa já pode implantar agora? Como reconfigurar o ambiente físico da empresa
• Quais os processos de rede que sua empresa já pode implantar agora? Como configurar o ambiente de desenvolvimento (ou de inovação) da empresa

18:00

Aprendizagem e Fechamento

4. Gestão Estratégica da Inovação e Internacionalização

Eduardo Vasconcellos
Prof Titular da FEA USP na área de Gestão da Inovação e membro do Conselho Curador da FIA

Sobre o Instrutor

Administrador pela USP, MBA pela Vanderbilt University (USA), Doutor em Administração pela USP, cursos de aperfeiçoamento na área de gerenciamento da inovação no IMD (Suíça) e MIT (USA). Professor Titular da FEA/USP nas áreas de Organização para Inovação e Gestão da Inovação Tecnológica na empresa. Pesquisador e consultor de empresas nas áreas de organização para inovação e gestão estratégica da tecnologia há 42 anos. Consultoria em gestão tecnológica e gestão da inovação para: Metal Leve, Aracruz, Copersucar, IPT, Concremat Tecnologia, Estado Maior do Exército e Secretaria de Ciência e Tecnologia do Exército, Polialden, Health Panamerican Organization (Washington), ONU (Finlandia e Austria), Diretoria de TI do Grupo Itaú, Agroceres, Vallée, Metrô, Vale, Embrapa, Biobrás, Cosipa, Acesita, CEMIG, Rhodia, Mercedes Benz, CPqD - Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Telebrás, Corn Products, VW, TECBAN, Wahler, J&J e outras. Visiting Scholar junto ao Technology Institute, da Northwestern University (USA); Palestrante junto à SOPHIA University, (Japão); Membro da Diretoria da IAMOT - International Association for the Management of Technology (EUA), Membro do Comitê de Supervisão do Estudo sobre a Competitividade da Indústria Brasileira, por indicação do Ministro de C&T; Visita ao Japão a convite do Governo Japonês para estudar gestão da inovação na: Mitsubishi, Fugitsu, Matsushita, Hitachi, Sony e outras; Membro do comitê editorial das seguintes revistas internacionais: Technovation (USA), R&D Management (Inglaterra) Technology Management Journal (USA) e Journal of Engineering and Technology Management ( USA). Participação em duas reuniões sobre Technology Management no MIT a convite da Embraer.

Informações Gerais

Idioma
Este curso será ministrado em Português

Introdução
Este curso visa explorar a capacidade em gestores de refletir sobre temas estratégicos para inovação e internacionalização. O curso irá mostra como propostas conceituais sobre estratégia tecnológica e internacionalização são aplicadas pelas empresas com base em mais de 30 anos de pesquisa e consultoria do instrutor.

Sinopse
O curso sera dividido em duas partes. A primeira parte focará os temas ligados a estratégia, a saber: mapeamento do modelo do negócio identificando fatores de sucesso; geração um portfolio de projetos alinhado com a estratégia da empresa; identificação de quais tecnologias são estratégicas para o sucesso do negócio; avaliação da capacidade tecnológica da empresa frente aos concorrentes; definição de ferramentas para antecipar ameaças e oportunidades tecnológicas; identificação de etapas para delinear um plano estratégico para a tecnologia; identificar fatores críticos para avaliar a gestão tecnológica. A segunda parte do curso irá explorar aspectos relacionados a internacionalização das atividades de inovação, o papel das subsidiárias das multinacionais em relação à P&D e inovação, o grau de descentralização de P&D e o processo de mudança para o aprimoramento e inovação tecnológica e gerencial. As práticas serão ilustradas com casos de empresas como Vale, Cemig, Wahler, Magnetti Mareli, 3M, Cosipa e das empresas presentes.

Para quem?
O curso é voltado para executivos de grandes empresas envolvidos em temas relacionados a gestão da inovação, estratégia e internacionalização. São bem vindo consultores de mercado, formuladores de políticas públicas e outros especialistas que trabalham com o tema.

Requisitos
Estar bem disposto a participar ativamente das dinâmicas do curso e a compartilhar seus pensamentos e experiências com os demais.

Takeaways
"Ferramentas e conteúdo para reflexão estratégica Aprendizagem cruzada a partir da interação com outros executivos e especialistas"

Programa

08:30

Credenciamento

09:00

1. Descoberta, Invenção e Inovação
2. Visão integrada do processo de gerenciar tecnologia na empresa em sintonia com a estratégia
3. Como integrar a carteira de projetos tecnológicos com a estratégia da empresa
4. Como identificar quais são as tecnologias estratégicas para o sucesso do negócio
5. Como avaliar a capacidade tecnológica da empresa em relação aos concorrentes
6. Como identificar oportunidades e ameaças tecnológicas e a importância da técnica Delphi e technological roadmaps
Os tópicos acima serão ilustrados por exemplos de várias empresas como Vale, Cemig, Wahler, Magnetti Mareli, 3M, Cosipa e outras

13:00

Brunchstorming

14:00

7. Modelos de Negócio inovadores, Internacionalização e fatores de sucesso - o caso Google
8. Internacionalização de P&D, Inovação e Competitividade: A mudança no papel das subsidiárias das multinacionais em relação à P&D e inovação
9. Como decidir sobre o grau de descentralização de P&D? (seja em nível nacional seja em nível internacional)
10. Como a subsidiária da 3M do Brasil chegou a uma posição de destaque?
11. Inovação/aprimoramento (tecnológica ou gerencial) e o processo de mudança: como mapear e vencer resistências aumentar a chance de sucesso em mudanças nas empresas. O caso da empresa de projetos de engenharia na área de Energia Elétrica.

18:00

Aprendizagem e Fechamento

Cursos Executivos (4h) - Ferramentaria para Inovação | 27/11

Manhã - 27/11 - 9h às 13h

6. Projetos de inovação tecnológica

Introdução

Esse treinamento é focado na preparação do participante para o efetivo gerenciamento de projetos de inovação tecnológica aberta, em seu nível tático, desde o seu planejamento integrado até a entrega dos resultados. Analisa o processo de PD&I tecnológico e discute os fundamentos do gerenciamento de tecnologia sob uma perspectiva prática, baseado em insights e lições aprendidas pelo autor ao longo de 15 anos de PD&I pré-competitivo na Embraer.

Instrutor convidado

Claudiano Sales de Araújo Jr., Technology Development (Innovation) / Project Administrator - EMBRAER, é PhD pela Technical University Denmark, na área de inovação e gestão de projetos e de produtos; certificado pela PMI (Project Management Institute) e Membro sênior da The Design Society (Inglaterra); engenheiro Mecanico e Mestre em Engenharia Mecânica (Desenvolvimento de Produtos) pela Univ. Federal de Santa Catarina; especialista em Desenvolvimento de Novos Produtos pela TIATC (Tsukuba, Japão). Trabalha há 15 anos na Embraer, onde foi responsável pela implantação e gerenciamento de diversos projetos nas áreas de desenvolvimento de produtos, gestão de projetos e inovação de processos. Atualmente é gerente de projetos de desenvolvimento tecnológico com parceria de instituições de pesquisa.

* Este curso será apenas ministrado em Português, sem tradução simultânea / This course will only be taught in Portuguese, without simultaneous translation.

7. Programas de ideias e desafios

Introdução

A inovação aberta direcionada por desafios tem sido utilizada por diversas organizações para a ativação de uma rede, no intuito de coletar ideias e propostas de projetos em massa, na busca de demandas ou soluções, sejam tecnológicas, de produto ou de novos modelos de negócio.

Este curso possui como objetivo apresentar as dimensões chave de estruturação de um programa de ideias e desafios, e as lições aprendidas identificadas na prática:

1. Estruturação de rede: identificação de público de interesse, análise dos motivadores para engajamento da rede, estudo de modelos de recompensa e premiação; importância da qualificação da rede;
2. Estruturação de processos: elaboração das etapas divergentes e convergentes do processo, auto-regulação do processo, envolvimento de participantes internos e externos, critérios para tomada de decisão, entre outros aspectos;
3. Ativação da rede: a importância de engajar devidamente a rede de interesse, e alternativas para ativação da rede;
4. Moderação & animação da rede: os efeitos de animação da rede de interesse, e alternativas para moderação;
5. Métodos e ferramentas: métodos de criatividade e ferramentas que podem ser utilizadas para sistematizar o processo estruturado; aspectos críticos na seleção de uma plataforma de inovação aberta.
6. Métricas: indicadores de interesse para a devida gestão de redes de inovação em programas de ideias e desafios.
7. Etapas de um projeto de implantação de programa de ideias e desafios & lições aprendidas.
Este curso possui como público alvo gerentes de inovação e redes de inovação que possuam interesse em estruturar programas de gestão de ideias e desafios, seja com participantes internos, seja com agentes externos

Instrutor convidado

Marcelo Prim, Mestre em Engenharia Mecânica pelo Instituto Tecnológico da Aeronáutica - ITA e graduado em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC. Possui grande experiência em gestão de inovação, tendo atuado no Desenvolvimento Tecnológico da Embraer, na estruturação e gestão de processos de inovação para a Natura e na gestão de programas de P&D da Sygma Motors. Foi Diretor de Planejamento da PuraInova Inovação S.A., empresa de inovação no setor de dermocosméticos; e atualmente é coordenador da Unidade de Inovação e Tecnologia do SENAI Nacional.

8. Venture Capital: Estruturação de Fundos e Relacionamento com Investidoress

Público-Alvo

Interessados em Venture Capital (investidores, executivos e empreendedores).

Conteúdo Programático

O curso seguirá como o ciclo de vida de um fundo de Venture Capital: Estruturação e Captação, Período de Investimento e Período de Desinvestimento.

O que é Venture Capital e como ele surgiu:
- História da Indústria de Venture Capital nos EUA e no Brasil
- O que é Venture Capital, segmentação da Indústria (Dos anjos ao IPO)

Como funciona um Fundo, Levantamento de Capital, Originação, Análise e Valuation:
-A relação entre cotistas (LPs) e investidores (GPs): Tipos de cotistas, conflitos, cláusulas contratuais, compensação dos GPs e estruturas de fundos no Brasil
-Como montar uma gestora de Venture Capital
-Como é o processo de captação de cotistas
-Originação - Onde encontrar bons investimentos
-Análise - Como avaliar bons investimentos
-Valuation - Como precificar investimentos
-Análise de Casos da SP Ventures

Negociação, Aceleração e Desinvestimento
-Negociação - O que está em jogo?
      -Teoria de negociação
      -Estudo de caso de negociação
-Aceleração - Como agregar valor a investida
-Desinvestimento

Instrutor convidado

Francisco Jardim, Sócio fundador da SP Ventures, é administrador, com ênfase em finanças, pela Saint Louis University. Atua como Gestor Regional do Fundo Criatec há cinco anos, responsável pelas atividades do Fundo no estado de São Paulo. Durante este período, analisou mais de 1.200 start-ups de base tecnológica e liderou o processo de investimento em oito. Representa o Fundo Criatec no Conselho de Administração de sete empresas, nos respectivos segmentos: Biotecnologia, Novos Materiais, TI e Agronegócios. Antes do Criatec, trabalhou nos segmentos de Bancos de Atacado e Hedge Funds, além de ter empreendido no segmento de comércio exterior. Francisco cursou o programa de pós-graduação em Inovação, Venture Capital e Empreendedorismo da Fundação Getúlio Vargas (São Paulo).

9. How to enable and measure Open Innovation (INTERNATIONAL COURSE)

Introdução

How to enable and measure Open Innovation (OI)
Open innovation is not a new phenomenon! It is already established in most successful and competitive companies worldwide! Currently, the challenge for corporate management entails putting in place mechanisms that enable (open) innovation activities as well as measure and adjust the value of (open) innovation. This seminar will provide innovation managers with an overview of widely used instruments to facilitate and measure (open) innovation. The participants will be invited to share their experiences measuring open innovation and participate in a national program to identify best practices among Brazilian companies.

Instrutor convidado

Henry Lopez-Vega, is researcher at Linkoping University in Sweden. His multi-level Open Innovation research ranges from C-Level strategy and organizational business models that drive successful innovation to (Open) Innovation Policy advice. Recently, Henry advised on numerous open innovation, smart cities and consultancy projects with companies like Philips Research, NineSigma, EsadeCreapolis, Atos Research & Innovation and, public institutions, like the European Commission and IEMED. Henry has a Ph.D. on Management Science from Esade Business School, Spain and Ph.D. on applied Economics from Hasselt University, Belgium. Some of his current areas of work include: open innovation, corporate venturing, innovation intermediaries, reverse innovation, national systems of innovation and knowledge integration.

* Este curso será apenas ministrado em Inglês, sem tradução simultânea / This course will only be taught in English, without simultaneous translation

10. Laboratório de Inovação

Introdução

Inovação é um termo muito usado, mas também muito pouco compreendido. Iniciativas para estimular a inovação nas empresas podem ter objetivos, métodos e ferramentas muito distintas e saber qual aspecto da inovação cada iniciativa trata é fundamental antes de conceber programas de estímulo a inovação

Programa

A essência da inovação
• Definições, conceitos e exemplos.
• Abordagens e modelos de gestão da inovação.
Inovação e estratégia
• Alinhando inovação com a estratégia.
• Análise de cenários e oportunidades de inovação. Estratégias emergentes.
• Portfólio e programa de inovação.
Liderando a inovação
• Elementos da cultura de inovação.
• Mobilização e comprometimento. Gestão de mudança.
• Facilitação de processos criativos
Organizando para inovar
• Estruturas, papéis e competências para a inovação.
O processo de inovação
• Técnicas de ideação e desenvolvimento de conceitos. Design thinking.
• Análise de iniciativas e projetos.Gestão do pipeline de inovação.
Inovação aberta
• Processos de internalização (outside-in) e externalização (inside-out).
• Colaboração, co-criação, inovação em rede, crowdsourcing

Instrutor convidado

André Saito é PhD in Knowledge Science pelo Japan Advanced Institute of Science and Technology, mestre em administração de empresas pela FGV-SP e graduado em engenharia elétrica pela UNICAMP. Tem formação em empreendedorismo tecnológico pela Universidade da Califórnia, Berkeley e Universidade de British Columbia. O especialista em gestão do conhecimento e educação corporativa desenvolveu e conduziu projetos em organizações como Caixa Econômica Federal, Fininvest, KPMG, Price Waterhouse, EDS-GM e Aracruz Celulose, entre outras. Foi empreendedor e hoje participa como juiz e mentor em competições de novos negócios. É professor da FGV e Senac SP nas áreas de gestão do conhecimento, empreendedorismo e inovação. Atual coordenador da pós graduação em gestão estratégica de pessoas do Senac SP, professor da FGV SP, diretor da Allagi Open Innovation Services, e diretor de Educação da Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento - SBGC e do Wenovate

Tarde - 27/11 - 14h às 18h

11. Inteligência e prospecção tecnológica

Introdução

Apresenta os conceitos de estratégia tecnológica, roadmap tecnológico e capacitação tecnológica, assim como seus processos. Discute o processo de identificação de parceiros e concretização de alianças: mecanismos de propriedade intelectual, licenciamento e transferência de tecnologia.

Instrutor convidado

Cláudio Mazzola, Technology Intelligence Manager - Clarke, Modet & Co, Master, Aeronautical Engineering at Instituto Tecnológico de Aeronáutica - ITA, 10 years of experience dealing with technology innovations, particularly intellectual property rights, in a range of aerospace and defense, energy, mining and electronic areas, Professional career in large, small and medium-sized multinational and national companies, with experience in R&D projects abroad, as well as academy, Entrepreneurial consulting analyst with strong capabilities in linking intellectual property and business strategy for value extraction, Experienced with management of technology and business-strategy services in all aspects of intellectual property, patent intelligence and technology transfer, Specialties - Intellectual Property Management; Technology Intelligence; Technology Transfer and Public Policies.

* Este curso será apenas ministrado em Português, sem tradução simultânea / This course will only be taught in Portuguese, without simultaneous translation

12. Corporate Venture Capital

Introdução

O corporate venture nasceu inicialmente como uma reação ao eclosão do Venture Capital que foi visto como uma ameaça ao modelo de inovação baseado em grandes investimento em P&D. Com o mal desempenho dos fundos de CVC as grandes empresas abandonaram a prática e optaram por reforçar as suas muralhas. Ocorre que nos últimos anos, a abertura do processo de inovação (open innovation) das empresas motivou o ressurgimento da prática de Corporate Venture Capital. Baseado em novos modelos e formatos, o objetivo de um fundo de Corporate Venture pode ter objetivo mais financeiro, mais estratégico ou até mesmo operacional. Neste curso serão discutidos os modelos que emergiram no mundo recentemente e como o modelo está se desenvolvendo no Brasil. Serão discutidos casos de empresas e questões práticas para executivos interessados em lançar fundos e programas de Corporate Venture Capital no Brasil.

Instrutores convidados

Rafael Levy, é socio da Allagi onde teve a oportunidade de participar em diversos projetos de aproximacao de grandes empresas e comunidade de startups. É fundador da Effectua Capital, empresa especializada em gestao de fundos de corporate venturing. 
Formado em engenharia pela Unicamp com especialização pelo Institut National des Sciences Appliquées de Lyon na França. É pós-graduado em administração de empresas pela FGV-EAESP em Inovação, Venture Capital e Empreendedorismo. 
Possui formação em Open Innovation e Corporate Venture na Universidade da Califórnia - Berkeley e em Venture Capital pelo VCI em Atlanta. Possui experiência desde 2003 na gestão de projetos de inovação, tanto internos quanto em parceria com universidades.
É especialista e palestrante sobre os incentivos do Sistema Nacional de Inovação, membro da Comissão Especial de Estudos da ABNT sobre as normas brasileiras de gestão da P,D&I, Diretor do Wenovate - Centro de Open Innovation - Brasil e professor de Criação de Programas de Inovação e Open Innovation no MBA da POLI-USP e Sistema Nacional de Inovação no Business Institute de São Paulo.

Mateus Tessler, Alternative Investments at Jive Investments.
- Aproximadamente 8 anos de experiência na estruturação de transações de fusões e aquisições, investimentos de private equity principalmente nos setores de tecnologia da informação, engenharia e construção.
- Experiência na formatação de fundo de private equity, incluindo estratégia e política de investimentos, teoria de portfolio, processo de investimento e governança.
- Conhecimento sólido em processos de captação de recursos para fundos de private equity junto a investidores institucionais brasileiros, family office e pessoas físicas com alto potencial financeiro.
- Administrador de recursos CVM, registrado na ANBIMA.
- Advogado com amplo conhecimento teórico e prático em finanças corporativas, valuation e estruturação de negócios.

13. Ambiente de inovação e gestão de pessoas

Introdução

A inovação é um processo que depende principalmente da atitude de pessoas. O papel do departamento de recursos humanos ganha uma dimensão estratégica na medida que ajuda a identificar, reter, inspirar e engajar talentos para a inovação. A participação e valorização destas potencialidades internas na empresa, a forma como se conectam com redes externas e o modo aem que a empresa é capaz de reunir todo o potencial criativo a sua disposição são atributos chaves da gestão de pessoas em organizações inovadoras. O curso pretende reunir gerentes de recursos humanos e líderes para estudar trocar experiências e estudar casos de criação de ambientes favoráveis a inovação, capacitante, e no qual as pessoas sejam motivadas a se engajar na solução colaborativa de desafios.

Instrutor convidado

Anderson Rossi, doutorando em administração de empresas com projeto de pesquisa em gestão da inovação aberta. Consultor da Allagi Open Innovation Services e professor nas áreas de gestão da inovação e empreendedorismo, com 25 anos de atuação em empresas,organizações e escolas de negócios, no Brasil e exterior. Autor de publicações em congressos e periódicos nacionais e internacionais.

14. Inovação em serviços

Introdução

Este curso tem como objetivo apresentar a inovação em serviços  a partir do mais novo paradigma, a lógica serviço-dominante. Propor um framework para inovação em serviço segundo esse paradigma. Aplicar o framework em situações reais voltadas para o desenvolvimento de novos produtos.

Seu conteúdo será composto de: Introdução à Lógica Serviço-Dominante: uma mudança de paradigma; Inovação, Conhecimento e Design: uma relação obrigatória; Experiência prática - Incorporando a inovação à prestação de serviço: um framework para a Inovação em Serviço; Elementos estruturais do serviço: experiência, interação e proposição de valor, jornada do cliente, pontos de contato e blueprint de serviços

Instrutores convidados

Roberto Bernardes tem experiência nas áreas de estratégia empresarial e gestão estratégica da inovação. Suas pesquisas estão associadas ao campo temático da inovação, direcionada às seguintes especializações: economias baseadas em conhecimento, sistemas empresariais e institucionais de inovação e aprendizado, indústria aeroespacial, serviços baseados em conhecimento, estratégias de inovação e modelos de negócios sustentáveis, estratégias de desenvolvimento de produtos complexos, estratégias de gestão em regimes de inovação abertos e indicadores de inovação em paí ses emergentes. Professor da FEI é autor do livro ‘Embraer: Elos entre o Estado e Mercado’, pela editora Hucitec, e co-autor dos livros: ‘Inovação em Serviços Intensivos em Conhecimento’, pela Editora Saraiva, e ‘Innovation Systems in the South: A Case Study of Embraer in Brazil’, editado pela Unctad. Foi também consultor de diversas instituições de fomento e pesquisa.

Claudio Pinhanez é professor, pesquisador e cientista de serviços. Lidera o grupo de pesquisa em Sistemas de Serviços do laboratório da IBM Research no Brasil, trabalhando em análise de mídias sociais, computação ubíqua, interfaces para computadores, e design de serviços. Claudio obteve seu PhD. no MIT Media Laboratory e foi pesquisador da IBM Research em New York de 1999 a 2009. Possui 18 artigos publicados em periódicos referenciados, 80 artigos e resumos em conferências, incluindo 3 prêmios de Best Paper.

* Este curso será apenas ministrado em Português, sem tradução simultânea / This course will only be taught in Portuguese, without simultaneous translation

Redes de Inovação | 24 - 27/11

Metodologia de encontros que tem como objetivo reunir grupos diversificados de organizações para a compreenção e definição de desafios comuns que possam orientar e incentivar programas colaborativos de inovação.

Cientista Inovador

Rede de pesquisadores interessados em inovação. O objetivo é engajar cientistas em projetos de inovação de grandes empresas ou startups de tecnologia.

Desafio Brasil

Rede de empreendedores interessados em cocriar ideias, receber apoio de mentores e especialistas de mercado, acessar e oferecer recursos para empreender (mão de obra, espaços, investimentos) e conectar-se ao mercado.

Programa:

Etapa Final Competição Desafio Brasil

Dia 25 - Semifinal e Conferência

08:00 - 09:00
Credenciamento e Montagem dos Pôsteres
09:00 - 11:00
Seminário Internacional 
11:00 - 11:30
Café com bate papo e exibição de pôsteres para público
11:30 - 13:00
Seminário Internacional
13:00 - 14:00
Brunchstorming e exibição de pôsteres para público
14:00 - 18:00
Exibição de pôsteres para juízes semifinal

Dia 26 - Final e Cerimônia de Premiação

08:00 - 9:00
Preparação das apresentações
09:00 - 13:00
Apresentações finais: aberto ao público
13:00 - 14:00
Pausa para almoço
14:00 - 18:00
Participação nas atividades de cocriação
18:00 - 19:00
Recepção
19:00 - 21:00
Cerimônia de Premiação

Etapa Final Cocriação Desafio Brasil

Dia 25 - Cocriação e Conferência

08:00 - 09:00
Credenciamento
09:00 - 11:00
Seminário Internacional
11:00 - 11:30
Café com bate papo
11:30 - 13:00
Seminário Internacional
13:00 - 14:00
Pausa para almoço
14:00 - 18:00
Ambiente de cocriação

Dia 26 - Final e Cerimônia de Premiação

08:00 - 09:00
Montagem dos pôsteres
09:00 - 10:00
1a Rodada de cocriação: 10 ideias
10:00 - 11:00
2a Rodada de cocriação: 10 ideias
11:00 - 12:00
3a Rodada de cocriação: 10 ideias
12:00 - 13:00
Exibição de pôsteres para público
13:00 - 14:00
Pausa para almoço
14:00 - 15:00
4a Rodada de cocriação
15:00 - 16:00
5a Rodada de cocriação
16:00 - 17:00
6a Rodada de cocriação
17:00 - 18:00
Definição das 3 ideias a serem reconhecidas
18:00 - 19:00
Recepção
19:00 - 21:00
Cerimônia de Premiação

Cerimônia de Premiação:

Keynote: Romero Rodrigues, Buscapé
Anúncio vencedores e entrega de prêmios

Corrida da Inovação

Grand Prix SENAI de Inovação: será dada a largada para ideias que fazem a diferença

O evento terá 72 horas consecutivas de competição entre seis equipes. O resultado será um banco de ideias para empresas

Vai começar uma disputa pelas melhores ideias, projetos e processos inovadores. É o Grand Prix SENAI de Inovação, que será realizado de 24 a 27 de novembro, em São Paulo. Serão 72 horas consecutivas de competição entre equipes multidisciplinares. O desafio é apresentar propostas inovadoras para problemas do mundo moderno. O GP SENAI faz parte do Open Innovation Week, que é o maior evento internacional de inovação aberta.

“O que a gente pretende é estabelecer uma conexão entre os institutos de inovação e tecnologia do SENAI com as universidades e empresas que já inovam. Queremos fazer parte desse ambiente e por isso a realização desse evento para apresentar o SENAI como agente inovador”, afirmou Marcelo Prim, especialista em Desenvolvimento Industrial do SENAI.

A disputa vai ocorrer entre seis equipes que serão formadas por seis integrantes. Vão fazer parte alunos do SENAI (SP), do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), empreendedores e profissionais do SENAI e do SESI. O GP de Inovação estimula a circulação de ideias de maneira aberta e colaborativa, com foco em inovação de alto impacto. A competição também terá a participação de pesquisadores do ITA, do Instituto Politécnico de Milão (Poli Design), do Instituto Nacional da Propriedade Industrial(INPI) e de empresas parceiras.

Os espectadores terão a oportunidade única de experimentar inovação em tempo real, desde a criação do esboço preliminar ao primeiro protótipo. Em entrevista ao Portal da Indústria, Prim explicou que as melhores ideias podem ganhar apoio para sair do papel.

Esta é a primeira edição do Grand Prix de Inovação, uma iniciativa do SENAI para promover a articulação entre os setores produtivos e geradores de conhecimento. O evento é aberto ao público e gratuito.

Programação

24/11/2013
13:00 - 14:00
Abertura do Grand Prix pelas autoridades
14:00
Largada: Início da competição
14:00 - 24:00
Continuação da competição
25/11/2013
00:00 - 12:00
Continuação da competição
13:00 - 14:00
Brunchstorming
13:00 - 24:00
Continuação da competição
26/11/2013
00:00 - 12:00
Continuação da competição
13:00 - 14:00
Brunchstorming
13:00 - 24:00
Continuação da competição
27/11/2013
00:00 - 12:00
Continuação da competição
13:00 - 14:00
Brunchstorming
14:00
Bandeirada: Encerramento da competição
14:00 - 16:00
Banca - Elevator Pitch
16:00 - 18:00
Consolidação das notas
18:00
Podium - Divulgação & Premiação
18:00 - 20:00
Confraternização

* obs: para sua participação, o evento ficará aberto diariamente entre 09:00 e 22:00. As escuderias é que terão acesso irrestrito nos demais horários.

GRAND PRIX SENAI DE INOVAÇÃO
Data: 24 a 27 de novembro
Horário: 9h às 22h 
Local: Hotel Sheraton WTC São Paulo - Avenida das Nações Unidas, 12559 - Brooklin Novo

Esta é uma programação para convidados.
Caso tenha interesse em participar clique no botão abaixo e envie seus dados.

Encontro Acadêmico em Inovação Colaborativa

O WENOVATE convida todos os pesquisadores a participar do 2o Encontro Acadêmico em Inovação Colaborativa, uma atividade complementar e concomitante ao 6ª Open Innovation Week.

O Encontro Acadêmico em Inovação Colaborativa possibilita o compartilhamento de ideias e contribuições aos projetos de pesquisa, podendo ser de dissertações de mestrado, de teses de doutorado ou de projetos de fomento aprovados e coordenados por pesquisador.

Saiba mais

Open Innovation UnConference

Participantes poderão organizar reuniões e encontros voltados a temas de interesse comum entre participantes no modelo unconference.

Temas em pauta:
» Ensino de Inovação
» Inovação no Ensino
» Definição de atividades de P&D e inovação na prática vs. marco legal
» Oportunidades de cooperação internacional para ciência e inovação
» Experiência no uso de plataformas colaborativas de inovação

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